Sunday, January 11, 2009

A arte do Risco

Trabalhos de campo, no povoado proto-histórico do Risco.
Iniciou-se o desenho da planta da estrutura circular que motivou a descoberta do povoado, com base numa quadrícula implantada "artesanalmente", com fita métrica e telemóvel.
Com estudantes de artes (Faculdade de Belas Artes), demos início ao projecto de elaboração de ilustrações, com reconstituições hipotéticas de alguns sítios e paisagens, de várias épocas, em Sesimbra.
A Roça do Casal do Meio (monumento funerário calcolítico, aparentemente reutilizado no Bronze final, e certamente o monumento sesimbrense melhor conhecido, na bibliografia arqueológica internacional) será um dos temas a explorar. Assim como o enorme povoado que, nos últimos dias, tem vindo a ser identificado e delimitado.
Pelas veredas do Risco

Na lapa junto à Marmita do Gigante, um monumento geológico, junto aos limites do povoado do Bronze Final, e que certamente não passou despercebido aos respectivos habitantes. Archaeology of Natural Places?

Esperando a Lua Cheia, na Roça do Casal do Meio, após a análise dos vestígios.

O nascer da Lua Cheia sobre a Arrábida, vista da Roça do Casal do Meio.

Detalhe da paisagem do Risco (desenho da Chachá)





1 comment:

isabel victor said...

absolutamente mágica: esta "aula do Risco" lembra o pedagogo e poeta Sebastião da Gama, lavrando o conhecimento ... arte e poesia.


Há alunos com muita sorte. Mestres-escola que merecem o título ! :))


um abraço imenso




iv